Ela chega assim... Sutilmente! Consegue entrar
despercebida e sem muitos exageros... Vai chegando de fininho e de gole em gole
ganha seu espaço e faz com que notem sua presença. Em um dado momento ela se
manifesta e se revela a todos como a atual protagonista da festa, e ai ninguém
segura mais essa danada... Preparem-se, pois a partir de agora vai ser um ‘Bapho’
atrás do outro, até que a última gota do seu líquido fulminante seja dissolvido
do ser... Até chegar a esse ponto, são inúmeras vírgulas, imensas exclamações e
um tanto de interrogações, sem ponto parágrafo só de seguimento.
Os vexames são incontroláveis, os micos saem todos do zoológico,
e involuntariamente você se torna o centro das atenções, se bem que não é tão involuntário...
As resenhas são apenas um aperitivo da noite que passou, porque no final das
contas ao acordar alcoolicamente destruído,
só restara a presença dela... Da maldita! Isso mesmo ela ainda não foi embora
quando achávamos que tudo tinha acabado bem, percebemos que a mais inconveniente
convidada penetra permanece presente mesmo depois de todos os convidados irem
embora, e é dela a deliciosa missão de nos contar o que houve, ao menos nos
lembrar dos últimos acontecimentos... Se é que é possível lembrar, às vezes é
melhor esquecer, e pedir que ela deixe essa conversa pra outra hora, porque
agora é hora dela ir embora e do Ser se recompor, juntando os caquinhos da
última taça virada...
“Geralmente não há nada de mal O problema é a ressaca moral Quando essa "frida"
vem me visitar...”



