domingo, 11 de janeiro de 2015

Mais Novo, Menos Ano!!



Resolvi quebrar meu ritual de sempre postar minhas sandices nos primeiros dias do ano e atrasei um pouco meus pensamentos (até porque tempo é algo escasso em minha existência, kkk #ImportanteQueSou) Mas voltando aos primeiros acontecimentos do ano, decidir apostar na crença e pulei as ‘sete ondinhas’ mesmo sem fazer pedidos, apenas num gesto de me sentir mais parte do momento, ainda assim desejei mais abraços, risos frouxos e conversas desconectadas com poucos mais bons amigos o que já é muita coisa para se querer!!!
Mas sendo franco, não espero grandes acontecimentos no ano de 2015, acredito que quem faz acontecer somos nos e não dependemos do ano para agir, podemos a qualquer momento nos mover as mudanças que farão da nossa existência algo magnificamente pleno e realizador!!! Contudo, admito já ser uma grande realização o simples fato de ser o que se Quer, quando se Quer e não limitar a vontade própria aos pudores alheios...
Resolvi, não apenas no novo ano mais na vida que ainda há de ser vivida, a não me apegar tanto aos detalhes sem importância e que não merecem mais que passagem. Decidir me importar mais com o essencial, valorizar mais os verdadeiros amigos, os amores sinceros, os momentos felizes, os acasos audaciosos, os amores possíveis e deliciosamente impossíveis, o riso descontrolado e a Felicidade sem tamanho... Na mesma proporção, apesar de atrasado aceito que é hora de diminuir o espaço das impaciências, dos desafetos, de coisas desnecessárias, das aflições sem relevância, de rancores e picuinhas por tudo e principalmente com todos... Da tempestade num copo d’agua!!!

A vida ate aqui me ensinou que não se deve perder tempo com algumas pessoas, que não é benéfico empenhar as forças naquilo que não nos faz bem,  e a não da lugar a falta de bons sentimentos com as efêmeras infelicidades cotidianas. Entendo hoje - mais do que ontem - que por maior que seja o amor que possa existir por outro alguém – amigo, amante, ou quem quer que seja – o primeiro amor a existir dentro de nós, deve ser o Amor Próprio. E desse modo, terno e cheio de reflexões, sigo confiante a julga pelas primeiras horas do dia 1° de janeiro, no qual 2015 não ousou me prometer nada, visto que ficou intimidado ao olhar em meu largo sorriso de canto a conto onde na simplicidade do existir apenas deixei que se alastrasse em meu ser essa tal Felicidade que tanto  brinda nossa existência de coisas boas!!!!

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